DHEA SERIA EFICAZ CONTRA O ENVELHECIMENTO?

O DHEA dehidroepiandrosterona e sua forma sulfatada, o sulfato de dehidroepiandrosterona (SDHEA), são produzidos pelas glândulas adrenais, que estão localizadas acima de cada um dos rins. O DHEA é considerado um androgênio fraco, isto é, um hormônio que precisa ser convertido em formas mais ativas para exercer suas funções biológicas. A produção do DHEA atinge seu pico por volta do 25 anos. À medida que envelhecemos, sua produção diminui. Começou a ser vendido como “anti-aging” há 15 anos, mas no Brasil a Anvisa não permitiu sua venda e hoje, após vários estudos, os cientistas NÃO conseguiram encontrar uma relação significativa entre a substância e o rejuvenescimento ou seus benefícios quando não há insuficiência adrenal.

O DHEA, além de não melhorar a libido, como se dizia, com relação ao aumento de massa magra, os estudos são categóricos em afirmar que o uso do DHEA para esta finalidade não funciona.

DHEA não é isento de efeitos adversos. Tais como:

Aumento da oleosidade da pele, crescimento excessivo de pelos, redução do colesterol HDL (“colesterol bom”), palpitações e surtos maníacos podem acontecer. Quando não há estudos suficientes, o risco pode ser maior do que o benefício.